O dia seguinte a Como, um sábado, seria muito importante. Nada poderia dar errado em relação ao deslocamento. Já cansados, após pegar algumas linhas de metrô erradas (de Pavia a Milano, de Milano a Cusano), o que é comum para quem não conhece bem as linhas do transporte público local, resolvemos nos programar para sair com bastante antecedência, pois deveríamos pegar um trem na Stazione Milano Centrale 7h35.
Não seria um trem qualquer, mas um ultrasupermegapower, que eles chamam de Frecciabianca. É um trem bastante confortável que viaja a 200 km/h, claro que aqui existem trens ainda mais rápidos, alguns viajam a 360 km/h, mas já estávamos satisfeitos com toda essa velocidade.
Conseguimos essa passagem por um precinho bom e tínhamos reserva já paga em um hotel encontrado pelo Bruno por uma verdadeira bagatela.
Então, acordamos umas 4h40 da manhã, pegamos o primeiro ônibus, 5h10, em Pavia, embarcamos em um trem super cedo para Milano, umas 5h40, chegamos em Milano 50 minutos antes do trem partir, mas pelo menos deu tudo certo.
Compramos um caffè espresso para nos aquecermos, estava frio. O café expresso deles aqui é muito forte e bem pequeno, eles costumam dizer que cobre o fundo da xícara!
Chegamos por volta das 10h na estação de Venezia – Mestre. Acho desnecessário dizer que éramos duas pessoas de boca aberta! Afinal, apesar de termos sonhado diversas vezes e falado da boca para fora que um dia estaríamos lá, quando se pisa em uma cidade que começou a se moldar por volta do ano 700, que foi grande centro comercial e todas qualificações mais, é bem diferente.
As primeiras fotos em Venezia:
(Palazzo Ducale)
Ficamos assustados com a quantidade de turistas, principalmente as excursões de japoneses, que tiram foto a cada fração de segundo, até do vento, com suas lentes super potentes. Ficamos deslumbrados com os canais e com toda a situação geográfica.
Não tivemos tanto interesse em fazer passeios considerados básico, como andar de gôndola, não vimos muito sentido em gastar nosso rico dinheirinho com isso, preferimos gastar a sola do sapato e algumas calorias pelo labirinto de ruelas sem fim.
(Em frente ao Museo Naval)
(Em frente a uma das tantas, ricas e belas igrejas)
(O leão é símbolo da cidade e da bandeira da região do Vêneto)
(Uma de tantas e tantas vitrines bonitas)
(Vitrines pouco apetitosas)
(No dia seguinte subimos no topo dessa torre, de lá se tem uma bela vista de todas as ilhas)
(Um dos mosaicos da frente da Basílica de São Marcos, que é o padroeiro de Venezia, consequentemente, a igreja mais imponente de todas)
(Fachada da Basílica de São Marcos)
(Praça em frente à basílica)
(Já no final da tarde, ao lado do Palazzo Ducale, o tempo começou a fechar e começou a se formar um sereno bastante forte)
(Depois de meia hora não era mais possível ver o topo da torre)
(Super janta)
(Estação de vaporeto, o barco que é a principal forma de deslocamento, não é tão assustadoramente caro e é bem eficiente)
(Super pizza de almoço)
(Passando em frente a uma exposição com reprodução dos inventos de Da Vinci)
(Basílica de São Marcos)
(e agora vista da torre di São Marco)
(vista da torre di São Marco)
(na torre di São Marco)
(uma das pontes mais famosas, Ponte di Rialto)
(Na ponte di Rialto)
(Porque é só em Curitiba que bicicleta é veículo de passeio. Bicicleta aqui é uma necessidade comum!)
(Veículo de transporte)
(Foto tirada em Murano, uma ilha da região muito conhecida por produzir artigos em vidro, é tudo muito bonito e inacreditavelmente caro... melhor ficar apenas com a foto na lembrança)
(Orquestra toda produzida em vidro, foto também tirada em Murano)
(O caninos aqui são tratados tão bem, mas tão bem que dá até uma invejinha... )
(Mais uma vitrine, mas essa de uma confeitaria)
No dia anterior à viagem, recebemos um e-mail informando que iríamos ficar hospedados em outro lugar, em função de não haver mais quarto disponível no qual havíamos reservado. Como estávamos fazendo uma viagem estilo mochileiro total, escolhemos o hotel mais em função do preço, pois tudo é um pouco caro na cidade, então pensamos que essa alteração não seria boa coisa, afinal, o hotel inicial já era um pouco longe.
Para nossa surpresa, entramos por curiosidade no site do hotel no qual de fato ficaríamos hospedados. Pagamos 75 euros para duas pessoas ficarem por três noites (12.50 euro para cada por noite) e a diária no hotel no qual ficaríamos era de 130 euro para dois por noite....
“Tu sei affortunato”, disse a mulher que nos atendeu ao Bruno, quando viu o valor que pagamos...
Fico por aqui, com esse breve resumo de Venezia, uma cidade emocionante!
Deixo aqui, já adiantado, um desejo de boa Páscoa a todos!
Deixo aqui, já adiantado, um desejo de boa Páscoa a todos!
És todo muy belo!!!
ResponderExcluirBá!
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